Quanto Custa um Intercâmbio na Nova Zelândia? Veja Todos Os Gastos

 

Quanto custa fazer um intercâmbio de um mês na Nova Zelândia? O relato de Naldo, do canal Fature Com Naldo

Fazer um intercâmbio é um projeto que envolve planejamento, pesquisa e, principalmente, organização financeira. Para ajudar quem sonha em estudar fora do Brasil, Naldo, criador do canal no YouTube Fature Com Naldo, compartilhou todos os detalhes da viagem que realizou em outubro de 2023 para Auckland, na Nova Zelândia.

A experiência teve um significado especial: foi sua primeira viagem internacional, a primeira vez em um aeroporto e também a primeira viagem de avião. Antes de embarcar, Naldo passou aproximadamente dois a três anos se preparando, pesquisando possibilidades, organizando documentos e estruturando o orçamento.

O objetivo do vídeo foi mostrar, com transparência, quanto custou cada etapa do intercâmbio. Ele também reforça que os valores apresentados são uma referência e podem mudar bastante conforme a cidade escolhida, a antecedência da compra, o tipo de acomodação, o estilo de vida e a época do ano.

Para quem pretende fazer um intercâmbio na Nova Zelândia ou na Austrália, é possível buscar orientação e opções de escolas e programas por meio deste link:

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A experiência de estudar inglês em Auckland

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Auckland foi escolhida como destino para o intercâmbio de um mês. A cidade é uma das principais portas de entrada da Nova Zelândia e oferece uma estrutura bastante completa para estudantes internacionais.

Durante a viagem, Naldo estudou inglês em período integral, conheceu atrações turísticas, utilizou o transporte público, fez compras em supermercados e vivenciou o cotidiano de quem passa uma temporada no exterior.

Embora um mês possa parecer pouco tempo, a experiência exige praticamente os mesmos preparativos básicos de viagens mais longas: passaporte, autorização de entrada, passagem aérea, seguro, acomodação, dinheiro para despesas e planejamento de transporte.

A seguir, veja os principais custos apresentados por Naldo.

1. Documentação e autorização de viagem

Passaporte brasileiro

O passaporte é o primeiro documento necessário para uma viagem internacional. Ele funciona como a identificação oficial do viajante fora do país e deve ser solicitado com antecedência, já que o processo envolve preenchimento de formulário, pagamento de taxa, agendamento e comparecimento a um posto da Polícia Federal.

No caso de Naldo, o custo para emitir o passaporte foi de R$ 257,25.

O pedido deve ser feito exclusivamente pelos canais oficiais do governo. Para consultar as informações atualizadas e iniciar o processo, acesse:

Obter passaporte comum para brasileiro

Antes de solicitar o documento, é importante verificar:

  • Se os dados pessoais estão corretos;
  • Se não existem pendências eleitorais;
  • Se o CPF está regular;
  • Se o passaporte terá validade suficiente para o período da viagem;
  • Se há páginas disponíveis para carimbos e vistos, quando necessário.

NZeTA e taxa ambiental

Para viagens de até três meses à Nova Zelândia, brasileiros geralmente não precisam solicitar um visto convencional de turismo ou estudo de curta duração. No entanto, é necessário obter a NZeTA, uma autorização eletrônica de viagem.

Além da autorização, existe a cobrança da taxa ambiental e turística do país. Naldo gastou aproximadamente NZD 53, o equivalente a cerca de R$ 180,00 na época.

Um detalhe importante é que a solicitação feita pelo aplicativo oficial costuma sair mais barata do que o pedido realizado pelo site em um computador. Por isso, antes de pagar, vale comparar os canais oficiais e conferir se o aplicativo utilizado é realmente o autorizado pelo governo neozelandês.

A autorização não substitui a necessidade de cumprir as regras de entrada no país. O viajante ainda pode precisar comprovar passagem de saída, recursos financeiros, hospedagem e objetivo da viagem.

2. Passagens aéreas: o maior gasto inicial

A passagem aérea foi um dos itens mais caros do intercâmbio. O trajeto realizado por Naldo foi:

São Paulo, Guarulhos → Santiago, Chile → Auckland, Nova Zelândia

O valor pago foi de aproximadamente R$ 13.000,00.

Segundo o relato, o preço ficou elevado porque a compra foi feita em cima da hora, influenciada por fatores externos. Além disso, Naldo priorizou um itinerário com conexões e escalas mais curtas, evitando passar muitas horas nos aeroportos ou correr o risco de perder tempo durante a viagem.

Esse é um exemplo de como o preço da passagem pode variar muito. Comprando com antecedência, pesquisando diferentes datas e aceitando conexões mais longas, seria possível encontrar valores na faixa de R$ 8.000,00 a R$ 10.000,00, dependendo da época e das condições do mercado.

Como economizar na passagem

Algumas estratégias podem ajudar a reduzir o custo:

  • Começar a pesquisar vários meses antes;
  • Comparar datas flexíveis de ida e volta;
  • Verificar aeroportos de origem e conexão;
  • Avaliar voos com escalas mais longas;
  • Monitorar o preço durante algumas semanas;
  • Utilizar milhas ou pontos, quando a emissão for vantajosa;
  • Conferir se a tarifa inclui bagagem despachada;
  • Evitar comprar em períodos de alta demanda, como férias escolares e fim de ano.

Apesar de uma passagem com menos conexões ser mais confortável, o viajante precisa avaliar se a economia de tempo compensa o preço adicional.

3. Curso de inglês e escolha da escola

O curso foi realizado na World Wide School, em Auckland. De acordo com a classificação apresentada por Naldo, a instituição é considerada uma escola de Nível 1 pelo governo da Nova Zelândia, categoria associada a um alto padrão de qualidade.

O curso foi feito em período integral, das 9h às 14h30, e custou R$ 3.998,70.

A carga horária permitia que Naldo passasse boa parte do dia em contato com o idioma, praticando compreensão, conversação, leitura e escrita. Para quem viaja com o objetivo de melhorar o inglês, estudar em uma escola internacional também ajuda a conviver com alunos de diferentes nacionalidades.

A importância de escolher bem a agência

Naldo utilizou a agência Studio NZ para contratar o curso. Em seu relato, ele recomenda fazer uma cotação com a empresa porque, segundo sua experiência, a agência não cobra taxas extras ou consultorias desnecessárias e trabalha com uma ampla variedade de escolas parceiras.

Mesmo com o auxílio de uma agência, é importante que o estudante faça perguntas e compare as condições oferecidas. Antes de fechar, procure entender:

  • A carga horária semanal;
  • O nível da escola;
  • A localização;
  • O material didático;
  • As taxas administrativas;
  • A política de cancelamento;
  • A possibilidade de troca de turma;
  • O suporte oferecido durante a viagem;
  • Se a acomodação está incluída ou é contratada separadamente.

Quem quiser fazer uma cotação para estudar na Nova Zelândia ou na Austrália pode acessar o link abaixo e informar que veio pelo Naldo:

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4. Acomodação: diferentes alternativas em Auckland

A hospedagem costuma ser um dos itens mais significativos do orçamento. Durante a preparação, Naldo analisou diferentes opções:

  • Host family, em que o estudante mora com uma família local;
  • Residência estudantil;
  • Hostel, como Luau Hostel ou YMCA;
  • Airbnb;
  • Apartamentos ou estúdios privados.

A escolha final foi um estúdio privativo pelo Airbnb, localizado em uma região muito central de Auckland. O imóvel ficava a aproximadamente um minuto da escola, o que facilitou bastante a rotina.

O custo total registrado no cartão foi de R$ 10.200,00.

Apesar de ser uma despesa alta, a localização proporcionou vantagens importantes. Como Naldo morava perto da escola e de outros serviços, conseguiu fazer grande parte das atividades a pé, reduzindo gastos com transporte e economizando tempo.

A economia com milhas e Gift Cards

Naldo explicou que não precisou desembolsar esse valor diretamente. Ele utilizou milhas acumuladas para adquirir Gift Cards do Airbnb, usados para pagar a hospedagem.

Essa estratégia reduziu significativamente o custo real da viagem. No orçamento bruto, o Airbnb aparece como R$ 10.200,00, mas, na prática, esse valor foi coberto pelas milhas acumuladas.

O caso mostra como programas de pontos podem ajudar em viagens internacionais. Entretanto, é importante considerar o valor real das milhas, as regras de resgate e as taxas envolvidas antes de concluir que uma troca é vantajosa.

5. Seguro-viagem

O seguro-viagem foi contratado diretamente com uma seguradora local da Nova Zelândia para o período de um mês.

O valor pago foi de R$ 399,00.

Embora algumas pessoas tentem economizar eliminando o seguro, esse é um dos itens mais importantes de uma viagem internacional. Uma consulta médica, uma emergência odontológica, uma internação ou um problema com bagagem pode gerar custos muito altos fora do Brasil.

Ao contratar um seguro, confira:

  • Cobertura médica e hospitalar;
  • Atendimento odontológico;
  • Cobertura para medicamentos;
  • Repatriação médica;
  • Assistência em caso de perda de bagagem;
  • Regras para doenças preexistentes;
  • Valores de franquia;
  • Forma de acionamento da seguradora.

O seguro deve ser escolhido de acordo com o destino, a duração da viagem e as atividades que serão realizadas.

 

6. Quanto dinheiro levar e quais meios de pagamento utilizar

Naldo levou aproximadamente NZD 2.000 para a viagem. Desse total, cerca de NZD 500 foram separados para os gastos iniciais e básicos.

Ele também comentou sobre as diferentes formas de levar dinheiro para o exterior. Entre as alternativas que recomenda evitar estão:

  • Levar grandes quantidades de dinheiro em espécie;
  • Usar doleiras como principal estratégia de segurança;
  • Utilizar cartão pré-pago internacional tradicional;
  • Concentrar todos os gastos em um cartão de crédito convencional.

O motivo é que essas opções podem envolver taxas elevadas, spread cambial desfavorável e, no caso do cartão de crédito brasileiro, cobrança de IOF sobre as compras internacionais.

Contas globais digitais

Como alternativa, Naldo utilizou contas globais digitais, especialmente Wise e Nomad. Essas plataformas permitem manter saldo em moeda estrangeira e utilizar um cartão internacional, normalmente com maior transparência sobre o câmbio e as tarifas.

Ele destacou a Nomad por causa de promoções de cashback e benefícios relacionados ao acesso a salas VIP em aeroportos, incluindo o Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Para conhecer a Wise, acesse:

Abra sua conta Wise

Ainda assim, é recomendável comparar as condições antes da viagem. Verifique cotação, tarifas, limites, disponibilidade de caixas eletrônicos, suporte e funcionamento do cartão no país de destino.

Uma boa estratégia é dividir o dinheiro entre:

  • Conta global;
  • Cartão físico;
  • Cartão virtual;
  • Pequena quantia em espécie;
  • Cartão de emergência;
  • Reserva financeira para imprevistos.

7. Transporte em Auckland

Durante o mês em Auckland, Naldo gastou cerca de R$ 374,00 com transporte público e Uber.

Grande parte dos gastos com Uber foi compensada por créditos e Gift Cards. Além disso, como a acomodação ficava no centro e próxima à escola, ele realizou quase tudo a pé.

Essa escolha teve impacto direto no orçamento. Em uma cidade diferente, o custo de transporte pode aumentar bastante quando o estudante mora longe da escola ou precisa se deslocar diariamente para regiões turísticas.

Como reduzir o custo de transporte

Para economizar, o intercambista pode:

  • Escolher uma hospedagem próxima à escola;
  • Utilizar ônibus, trem e ferry quando disponíveis;
  • Comprar cartões de transporte locais;
  • Pesquisar tarifas semanais ou mensais;
  • Caminhar em trajetos curtos;
  • Compartilhar corridas;
  • Planejar os passeios por região;
  • Usar aplicativos para comparar rotas e preços.

A localização da hospedagem, portanto, não deve ser avaliada apenas pelo preço da diária. Um imóvel mais barato e distante pode gerar gastos elevados com transporte e muitas horas de deslocamento.

8. Alimentação e supermercado

Naldo gastava, em média, NZD 100 por semana no supermercado.

Como o estúdio possuía estrutura para cozinhar, ele preparava quase todas as refeições. Entre os alimentos mencionados estão arroz, ovos, hambúrgueres e produtos congelados. Também levava marmita para a escola, evitando comprar comida todos os dias.

Essa foi uma das principais formas de controlar o orçamento. Em cidades como Auckland, comer fora regularmente pode elevar muito o custo de um intercâmbio de curta duração.

Cozinhar ou comer fora?

Preparar a própria comida oferece vantagens como:

  • Maior controle sobre os gastos;
  • Possibilidade de escolher os alimentos;
  • Facilidade para manter uma rotina;
  • Redução do desperdício;
  • Menor dependência de restaurantes;
  • Mais liberdade para organizar as refeições.

Uma estratégia prática é fazer uma compra maior no início da semana e complementar com produtos frescos conforme a necessidade. Também é importante pesquisar diferentes supermercados, observar promoções e comparar marcas locais.

9. Restaurantes e experiências gastronômicas

Embora tenha cozinhado a maior parte das refeições, Naldo foi a alguns restaurantes durante a viagem.

A experiência mais cara aconteceu no Orbit 360, restaurante giratório localizado na Sky Tower, em Auckland. O gasto foi de aproximadamente NZD 90.

O restaurante oferece uma vista panorâmica da cidade e representa mais do que uma simples refeição: é uma experiência turística. Por isso, restaurantes desse tipo podem custar significativamente mais do que opções comuns do dia a dia.

Incluir algumas experiências gastronômicas no orçamento é possível, desde que elas sejam planejadas. O ideal é separar um valor específico para lazer e evitar que uma refeição especial comprometa o dinheiro reservado para despesas básicas.

10. Passeios e lazer na Nova Zelândia

Além de estudar, Naldo aproveitou o intercâmbio para conhecer atrações turísticas da região.

A média de gastos com passeios fechados, realizados por meio de agências parceiras da escola, ficou entre NZD 450 e NZD 500.

Entre os lugares visitados estavam:

Hobbiton

Hobbiton é o famoso cenário utilizado nas produções de O Senhor dos Anéis e O Hobbit. A atração permite conhecer a Vila dos Hobbits, com casas, jardins e paisagens que se tornaram reconhecidas mundialmente.

Hamilton Gardens

O Hamilton Gardens é um complexo de jardins temáticos localizado na cidade de Hamilton. O espaço reúne diferentes estilos de paisagismo e oferece uma experiência bastante diferente das atrações urbanas de Auckland.

Waitomo Caves

As cavernas de Waitomo são conhecidas por suas formações naturais e pelos vermes luminosos, que criam um efeito visual marcante no interior das cavernas.

Te Puia, em Rotorua

Te Puia é uma área cultural maori localizada em Rotorua. O local combina apresentações culturais, história, artesanato e fenômenos geotérmicos, oferecendo contato com elementos importantes da cultura tradicional da Nova Zelândia.

Os passeios foram contratados com agências relacionadas à escola, o que pode facilitar a logística e o transporte. Por outro lado, comparar preços com empresas independentes também pode ser interessante para quem deseja economizar.

11. Resumo financeiro do intercâmbio

Abaixo está o resumo dos principais custos apresentados por Naldo:

ItemValor
PassaporteR$ 257,25
NZeTA e taxa ambientalR$ 180,00
Passagem aéreaR$ 13.000,00
Curso de inglêsR$ 3.998,70
Acomodação em AirbnbR$ 10.200,00
Seguro-viagemR$ 399,00
Transporte público e UberR$ 374,00
Custo total brutoR$ 29.368,68

Esse total não representa necessariamente o valor que saiu diretamente do bolso, porque Naldo utilizou milhas e créditos para reduzir algumas despesas.

Descontos e economias obtidas

EconomiaValor
Hospedagem paga com milhas e Gift Cards do Airbnb-R$ 10.200,00
Créditos de Uber-R$ 275,00
Total real desembolsadoR$ 18.893,68

O valor real desembolsado, de acordo com o balanço apresentado, foi de R$ 18.893,68, sem considerar o dinheiro levado para os gastos diários em espécie ou no cartão.

Também é importante observar que o câmbio muda constantemente. Portanto, quem planeja uma viagem semelhante deve refazer as contas usando a cotação atual do dólar neozelandês, além de considerar inflação, tarifas e possíveis alterações nas regras de entrada.

12. O que mais influenciou o custo final?

O relato mostra que alguns fatores tiveram impacto maior no orçamento:

Compra tardia da passagem

A passagem foi o principal gasto e poderia ter custado menos se tivesse sido comprada com maior antecedência.

Escolha da hospedagem

O estúdio privativo ofereceu conforto e localização, mas custou mais do que alternativas compartilhadas, como hostels, residências estudantis ou casas de família.

Uso de milhas

As milhas transformaram uma despesa de R$ 10.200,00 em uma economia significativa. Para quem não possui pontos acumulados, esse valor precisaria ser incluído no orçamento.

Localização central

Morar perto da escola aumentou o preço da acomodação, mas reduziu os gastos e o tempo com transporte.

Estilo de alimentação

Cozinhar quase todas as refeições foi fundamental para manter o orçamento sob controle. Comer diariamente em restaurantes elevaria consideravelmente o custo.

Passeios escolhidos

A Nova Zelândia possui muitas atrações naturais e experiências turísticas. Passeios organizados podem ser práticos, mas devem ser incluídos em uma categoria específica de lazer.

13. Como se preparar para um intercâmbio de um mês

A experiência de Naldo mostra que o planejamento pode começar muito antes da viagem. Para montar um plano financeiro, siga estas etapas:

  1. Defina a cidade e a duração do intercâmbio.
  2. Pesquise escolas e cargas horárias.
  3. Consulte os documentos exigidos.
  4. Faça uma estimativa de passagem com antecedência.
  5. Compare tipos de hospedagem.
  6. Inclua o seguro-viagem.
  7. Calcule alimentação e transporte.
  8. Reserve dinheiro para passeios.
  9. Crie uma reserva para emergências.
  10. Compare contas globais e formas de pagamento.
  11. Acompanhe o câmbio.
  12. Revise o orçamento antes de fechar cada serviço.

Também vale montar três cenários financeiros:

  • Econômico: hospedagem compartilhada, alimentação preparada em casa e poucos passeios;
  • Intermediário: acomodação confortável, transporte misto e algumas experiências turísticas;
  • Confortável: estúdio privativo, mais refeições fora e maior quantidade de passeios.

Essa divisão ajuda a entender quanto seria necessário em diferentes estilos de viagem.

14. Onde acompanhar os vídeos do intercâmbio

Naldo documentou a experiência no canal Fature Com Naldo, mostrando detalhes da preparação, da viagem e dos custos.

Para assistir à série completa sobre o intercâmbio na Nova Zelândia, acesse a playlist:

Veja todos os vídeos do intercâmbio na Nova Zelândia no canal Fature Com Naldo

Os vídeos podem ser úteis para quem deseja visualizar melhor a rotina em Auckland, conhecer os locais visitados e entender como foi a adaptação durante a primeira experiência internacional.

Conclusão

O intercâmbio de um mês realizado por Naldo em Auckland teve um custo bruto de aproximadamente R$ 29.368,68. Graças ao uso de milhas para pagar a hospedagem e de créditos para reduzir as corridas de Uber, o valor efetivamente desembolsado ficou em torno de R$ 18.893,68, sem contar o dinheiro utilizado nas despesas diárias.

O relato reforça que não existe um preço único para fazer intercâmbio. A passagem pode ser mais barata com antecedência, a acomodação pode ser compartilhada, a alimentação pode ser feita em casa e o transporte pode ser reduzido escolhendo uma localização estratégica.

Ao mesmo tempo, o planejamento precisa incluir custos frequentemente esquecidos, como documentação, autorização de viagem, seguro, alimentação, transporte, passeios e reserva para imprevistos.

Para começar a pesquisar opções de intercâmbio na Nova Zelândia ou na Austrália, acesse o link abaixo e informe que veio pelo Naldo:

Faça seu intercâmbio na Nova Zelândia ou Austrália

Para organizar os pagamentos internacionais, também é possível conhecer a Wise:

Conheça a Wise

Com pesquisa, antecedência e um orçamento detalhado, o sonho de estudar inglês no exterior pode se tornar um projeto mais previsível e financeiramente possível.

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